quinta-feira, 11 de junho de 2015

O Brasil da classe média ruiu

Os vilões do Brasil real
A crise financeira ou melhor o atoleiro em que jogaram o Brasil, e que já era cantado em verso e prosa por dezenas de economistas e cientistas políticos, torna-se agora mais evidente que nunca e para desespero geral dá mostras de que não será tão passageiro como pregava o Governo.
A "marola" como assim intitulou a crise o Ex-Presidente Lula, e diga-se de passagem o maior responsável por toda essa catástrofe, tornou-se uma "onda" como falou Dilma, mais uma onda gigantesca, que poderá ser um verdadeiro tsunami na economia Brasileira.
As grandes empresas começaram a demitir ou enviar seus funcionários para casa em umas férias coletivas "forçadas", os médios e pequenos empreendedores estão com medo e cheios de incertezas, o mercado muda a cada dia e suas variações não trazem nada de positivo a curto prazo, nessa hora nos perguntamos, como chegamos aqui? porque estamos mergulhados neste cenário pavoroso de incertezas? Como cidadão eu me respondo, enquanto não tivermos políticos capazes de pensar verdadeiramente na sociedade, enquanto esse toma-lá-da-cá prevalecer entranhado nas esferas do poder, enquanto o povo não descobrir que é soberano de verdade e que só com uma nação unida, educada, atenta as decisões dos que governam saberá cobrar e exigir o que é seu por direito, estaremos infelizmente condenados a padecer desse mal.
Um Presidente popular, ou populista como o Lula, assume o poder e para se manter no comando da nação cria uma ilusão de que estamos em um país das maravilhas. Emprestam dinheiro a todos, mandam que a população consuma para gerar mais postos de trabalho, vendem a ilusão de que quem ganha acima de R$ 350,00 já está na classe média e agora pode comprar carro, TV de LCD, computador, Smartfones de última geração, pagar as prestações da casa própria, o Presidente "do povo" manda que todos se endividem, aí vem a Dilma, e para continuar governando esconde as verdadeiras taxas de juros, mente em cadeia nacional para todo o país e afirma que a economia é uma das mais fortes do mundo globalizado, continua a distribuição das bolsas, alimenta alguns famintos e com isso acha que erradicou a pobreza, AGORA descobrimos as verdades colocadas em baixo do tapete, o povo está endividado como nunca, a famigerada inflação voltou a corroer os salários do trabalhador, o desemprego ameaça e assusta milhares de Brasileiros com demissões em massa, o comércio e a produção que pagam a conta neste país não vêem como se manterem de pé, agora mais uma vez pergunto, quem vai pagar essa conta? a nação já abarrotada de impostos não tem mais como sustentar a gastança pública. É hora de dizermos CHEGA! BASTA! de sermos imbecis, tratados como moeda de troca a cada eleição por políticos medíocres que não enxergam um palmo a frente de seus narizes. O Brasil não precisa apenas protestar nas ruas e redes sociais, a nação precisa se levantar e exigir que os rumos sejam mudados, que os cortes sejam feitos nos Ministérios, nos cartões corporativos, nas gastanças desnecessárias dos poderes executivo, legislativo e judiciário, que as mamadas e regalias dadas a funcionários e políticos sejam cortadas de imediato, só assim teremos dinheiro suficiente para sanar essa sangria que faz a nossa Pátria se tornar mais pobre a cada dia.









quarta-feira, 10 de junho de 2015

Travesti na cruz, afronta ou pedido de socorro?


Ainda não consegui entender a polêmica causada pela imagem de uma pessoa, simbolicamente pendurada em uma cruz, na parada Gay deste ano em São Paulo. Todas as reportagens, as críticas de líderes religiosos, as ameaças e por fim, a nossa gigantesca ignorância que nos remete a "idade das trevas".
Ora, o simbolismo da cruz vem muito antes do Cristianismo, a cruz representa DOR, MORTE, MALDIÇÃO, centenas e talvez milhares de pessoas foram crucificadas ao longo da história, culpados e inocentes vitimados sob a mesma maldição da cruz.
Por isso, não vejo como agressão ou muito menos como afronta aos valores cristão a imagem desta encenação, para mim soa mais como um grito de SOCORRO, como um pedido de ajuda. Ao ver um transsexual na cruz, temos que enxergar uma pessoa vitimada pelo preconceito, excluída por uma sociedade injusta e agressiva, que prefere se valer de falsos valores e de uma moral duvidosa para manobrar os pensamentos e tentar vender suas verdades absolutas. Se o cristianismo nasceu da pregação de um ser iluminado, que mostrou a amor em sua essência, que em seus atos dava demonstrações de humanidade, humildade e de extrema caridade.
Me pergunto a quem estes "líderes religiosos" servem, a DEUS? a Cristo? ou aos seus próprios projetos pessoais? quando os vejo esbravejar nas entrevistas, criticar nas suas postagens fico pensando se as suas VERDADES ABSOLUTAS seriam defendidas por Cristo. O JESUS que deu a outra face, o que impediu que uma mulher fosse apedrejada (pois era isso que a Lei dos religiosos mandava fazer), o Cristo para quem o "amor é o maior mandamento", o Senhor do bom samaritano, o melhor amigo que um irmão... Me pergunto se estes agressores de hoje, que preferem se travestir de RELIGIOSOS, quando na realidade são manipuladores de corações e mentes, se eles estivessem no momento da crucificação de Cristo teriam sido também seus algozes mais ferrenhos, pois defenderiam suas verdades com tanta veemência que esqueceriam o filho de Deus na cruz.
Sou cristão, tenho minha crença e minha fé bem seguras, mais não posso comungar com a intolerância, não posso defender o indefensável. Nunca ví agressão alguma na imagem desta pessoa pendurada na cruz, pelo contrário, para mim é um claro pedido de ajuda em um ato de muita coragem.
Os lideres religiosos que gritam contra um beijo gay na TV, que alardeiam e acendem suas "fogueiras da inquisição" contra uma encenação de uma crucificação deveriam estar mais preocupados com a seguinte questão: Porque somos o maior país cristão do mundo e temos uma das maiores taxas de assassinatos, roubos, estupros, violência contra a mulher, gays, crianças? Porque apesar de toda nossa religiosidade matamos aos milhares e sem motivos? Porque nossas lideranças religiosas não usam sua influência, seus deputados e senadores, seus altos cargos no governo para debatermos de forma verdadeira e resolutiva essa barbárie urbana que vivemos na atualidade? Acho sinceramente que deveríamos nos unir contra todo e qualquer tipo de preconceito e discriminação.


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Confort Shoes promove coquetel e lança nova coleção

Em uma noite de muito requinte e sofisticação, a empresária Anne Medeiros recebeu amigos, clientes e a imprensa natalense em um coquetel de lançamento da Coleção/Inverno 2015 da Confort Shoes, na última quarta-feira (29). O evento faz parte do Natal Shopping Fashion Days. A divulgação maciça dos calçados Usaflex, marca que eleva seu padrão de conforto e estilo, trazendo para Natal os mais sofisticados modelos de calçados femininos.
Convidados mais que ilustres fizeram da noite um agradável encontro de amigos. O Mister Rio Grande do Norte 2015, Rodrigo Galvão desfilou toda sua beleza e elegância, estivemos presentes prestigiando o evento e abraçando os amigos, a grande fotógrafa potiguar Kalina Veloso foi a responsável por registrar os belos momentos da festa.

O Mister RN e a linda Amanda Veloso
Joel Dias e a bela empresária Anne Medeiros













Os jornalistas Kerlle Jr. e Rodrigues Neto cercados de amigos.











domingo, 19 de abril de 2015

O PT queria um congresso "submisso" afirma Presidente da Câmara


Eduardo Cunha Presidente da Câmara (PMDB)

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez neste domingo duras críticas ao governo petista. Em debate sobre saídas para a crise brasileira, no 14º Fórum de Comandatuba, Cunha disse: "Nunca houve um processo de coalização no governo petista. Sempre houve processo de submissão: ou você concordava em estar submisso ou não era aliado."
O peemedebista disse também que o Brasil saiu diferente do processo eleitoral de 2014. "Foi a quarta eleição sob a égide do PT. A hegemonia eleitoral acaba dando condições para a hegemonia política. Mas, na última votação, apesar da vitória nas urnas, o PT perdeu as condições para a hegemonia política", disse.
Segundo o deputado, há uma crise no presidencialismo brasileiro. "Se houvesse parlamentarismo, seriam outras soluções, e com mais facilidade", frisou, sem entrar em detalhes, mas falando indiretamente sobre a tese de alguns analistas de que o enfraquecimento do governo Dilma está resultando, na prática, em um "parlamentarismo branco", com o fortalecimento dos presidentes da Câmara e do Senado.
Cunha disse, ainda, que o orçamento impositivo liberou os parlamentares das "migalhas orçamentárias". "Acabou a dependência que contaminou uma parte do parlamento. Diria que essa mudança é precursora da reforma política", afirmou ele. Cunha voltou a dizer que dará prioridade a essa reforma, com uma semana de esforço concentrado previsto para o final de maio.
Terceirização - No seu pronunciamento, Cunha disse que não entende a razão de todo o embate em torno do projeto que regulamenta a terceirização no mercado de trabalho. E citou que há uma resolução do TST sobre o tema e uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que irá derrubar, por seis votos a zero, essa resolução do TST porque ela é muito precária. "Estamos dando garantias ao trabalhador, todos os direitos", disse ele. O deputado disse que as centrais sindicais fazem proselitismo político com o assunto - e assegurou que na quarta-feira o projeto será votado.
(Com Estadão Conteúdo)

sábado, 18 de abril de 2015

Vaccari, o homem dos Presidentes



No começo deste mês, a presidente Dilma Rousseff fez uma pausa em sua agenda de trabalho para discutir o rumo das investigações do petrolão, o maior esquema de corrupção da história do país. Numa conversa reservada, ela se mostrou impressionada com os depoimentos prestados por Pedro Barusco, o ex-gerente da Petrobras que acusou o PT de embolsar até 200 milhões de dólares em propinas arrecadadas de fornecedores da companhia. Sobre a forma, a presidente disse que Barusco era detalhista e organizado. Sobre o conteúdo, foi taxativa: "Ele entregou o Vaccari", declarou, referindo-se ao tesoureiro petista, João Vaccari Neto. Para a surpresa do interlocutor, a presidente não demonstrou apreensão. Depois de afirmar que o tesoureiro não tinha relações políticas com ela, Dilma insinuou que, se alguém deveria estar preocupado, esse alguém era o ex-presidente Lula. Naquela mesma semana, em um encontro em São Paulo, o antecessor também se fez de desentendido. A um petista graduado, Lula, mais uma vez, representou seu papel predileto, o do Capitão Renault, que no clássico Casablanca embolsa um envelope com seus ganhos na noite, enquanto finge surpresa com a descoberta do cassino em funcionamento no Ricks Cafe. Disse Lula Renault: "Eu quero saber se tem rolo nessas transações".
Desde 2003, quando o PT assumiu o poder, Lula nunca mais soube de nada. No caso do petrolão, não é diferente. Desde a eleição passada, quando se trata do esquema de corrupção, Dilma lava as mãos e posa como saneadora da Petrobras. Os dois querem se afastar de Vaccari, mas as informações colhidas pelas autoridades mostram que o "mochila" - ou Moch, como o tesoureiro era chamado - é um operador a serviço dos dois presidentes. Um operador que agora está preso e, na condição de investigado e encarcerado, tende a aumentar o desgaste da imagem do governo, do PT e de seus dois principais líderes. No fim do ano passado, o detalhista Barusco declarou às autoridades que agiu em parceria com Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, a fim de levantar dinheiro sujo para os cofres petistas. Vaccari nunca explicou por que se reunia tanto com Barusco e Duque, e sempre insistiu na tese de que as empreiteiras fizeram doações ao partido dentro da lei. Se no mensalão tudo não passara de "caixa dois", como alegara Delúbio Soares, o primeiro tesoureiro do PT preso, no petrolão tudo agora seria "caixa um", ou financiamento legal, na novilíngua de Vaccari, o segundo tesoureiro do PT preso num prazo de um ano e meio.
Essa versão já havia sido desmentida por empresários. Eles confirmaram que pagaram propina e que o tesoureiro usou a Justiça Eleitoral para esconder o crime. A novidade é que Vaccari, segundo as autoridades, também praticou o bom e velho "caixa dois", que teria custeado uma despesa da primeira campanha presidencial de Dilma Rousseff. Ao determinar a prisão dele, o juiz Sérgio Moro relatou informações prestadas por Augusto Mendonça, executivo da Setal. Um dos delatores do petrolão, Mendonça disse que, em 2010, Vaccari determinou a ele que repassasse 2,5 milhões de reais à Editora Atitude, controlada por sindicados ligados à CUT e ao PT. O dinheiro, de acordo com o delator, foi descontado da propina que a empreiteira devia ao partido como contrapartida por contratos na Petrobras. Os pagamentos começaram a ser realizados em junho daquele ano. Três meses depois de a Setal começar a desembolsar a propina, na véspera da eleição, a gráfica imprimiu 360 000 exemplares da Revista do Brasil, edição que trazia na capa a pré-candidata Dilma Rousseff e o título "A vez de Dilma".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puniu a gráfica por propaganda eleitoral irregular a favor da petista. Depois de eleita, Dilma nomeou o ex-vice presidente da CUT José Lopez Feijóo, um dos comandantes da Editora Atitude, para um cargo de destaque na Secretaria-Geral da Presidência, onde ele despacha até hoje. Disse o juiz Moro: "Observo que, para esses pagamentos à Editora Atitude, não há como se cogitar, em princípio, de falta de dolo dos envolvidos, pois não se trata de doações eleitorais registradas, mas de pagamentos efetuados, com simulação, total ou parcial, de serviços prestados por terceiros, a pedido de João Vaccari". Como estratégia de defesa, Dilma tenta erguer uma espécie de cordão sanitário entra ela e o tesoureiro do PT. A suspeita de caixa dois põe em xeque a solidez dessa barreira, que também está ameaçada por outros dados de conhecimento das autoridades. Após a descoberta do mensalão, o PT adotou um novo modelo de arrecadação e instituiu dois tesoureiros - um para o partido, outro para o candidato a presidente. Dilma alega que Vaccari atuava apenas para o partido. Não é bem assim.
Fonte: veja.com

Ex-Ministro desmente o PT


FLORIANÓPOLIS - O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa afirmou, durante uma palestra em Florianópolis, que o governo mente ao dizer que combate a corrupção. Segundo Barbosa, quem cumpre este papel são a Polícia Federal, a Justiça e o Ministério Público Federal. Ao falar sobre corrupção e fazer críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT), Barbosa foi aplaudido várias vezes durante sua palestra sobre ética e administração, na noite desta quinta-feira, no centro de convenções Centrosul.

- Quem está combatendo é o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Justiça. Eles não têm nada a ver com isso. Nunca se combateu tanto a corrupção, mentira - afirmou Barbosa.
O ex-presidente do STF não poupou críticas ao modelo político atual, que, segundo ele, favorece à prática da corrupção. Ao responder uma pergunta de uma pessoa da plateia, Barbosa disse que não poderia quantificar se a corrupção apontada ao Partido dos Trabalhadores (PT) era maior, menor ou igual aos governos anteriores. No entanto, disse que o PT tem adotado uma retórica “um pouco cínica”.

- Eles alegam:nós não inventamos a corrupção, sempre houve corrupção na vida brasileira, ou seja, é como se tivesse chegado a vez dele - respondeu com ironia. A plateia riu e aplaudiu Barbosa.

Ele contou que não é militante político, mas votou no Lula duas vezes e uma vez na presidente Dilma Rousseff. E que no início do partido havia uma fé como se o PT tivesse vindo “redimir os nossos pecados.”
- Mas o partido, num determinado momento não soube se expurgar, especialmente da sua cúpula, das pessoas que visivelmente se utilizaram da filiação ou da sua posição de poder dentro do partido para enriquecer e se corromper. A visão messiânica, como uma seita, que seriam imunes à corrupção, permitiram chegar ao nível que está - falou.
Ao falar da inclusão de pessoa jurídica passível de punição, prevista na Lei Anticorrupção, Barbosa disse que o motivo está na redução, por decreto, do percentual da multa de 20% para 5% sobre o faturamento das empresas envolvidas nesse tipo de crime.

- As penas são 0,1% a 20% sobre o faturamento. Mas, nas últimas semanas, ocorreram fatos que colocam em xeque, ao meu ver, essa vontade, esse comprometimento do Estado brasileiro em combater verdadeiramente a prática de corrupção. O governo federal, ao regulamentar a lei, baixou um decreto, certamente influenciado pelos fatos que nos assolam a todos os brasileiros há meses, limitando essa punição a apenas 5% do faturamento, o que demonstra, a meu ver, a vontade - disse.